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As previsões de tecnologia na educação até 2017 estavam certas?

09.MAR

Laboratórios móveis, redes, inteligências colaborativas, geolocalização, aprendizado baseado em jogos e conteúdo aberto. Essa lista parecia ser completamente futurística há cinco anos atrás, mas será que hoje elas já são realidade ou só planos que foram descartados?

Em 2012, foi divulgado o estudo “As Perspectivas Tecnológicas para o Ensino Fundamental e Médio Brasileiro de 2012 a 2017: Uma Análise Regional do NMC Report”, que identificava 12 tecnologias emergentes que tinham potencial para impactar o ensino, além das dez principais tendências e os dez maiores desafios da educação brasileira na época.

Entre as tecnologias apresentadas, as quatro principais que apontavam uso intenso nas salas de aulas futuras eram: ambientes colaborativos, aprendizagem baseada em jogos e os dispositivos móveis representados por celulares e tablets. Hoje em dia, esses termos já soam mais familiarizados no ensino.

Confira a seguir a lista completa das tecnologias que foram previstas para estar em uso até esse ano e se de fato tornaram-se ferramentas dentro das salas de aulas.

Ambientes colaborativos: Espaços online que visam facilitar a colaboração e o trabalho em grupos. Nesse tipo de ambiente, a interação acontece independente de onde os alunos estejam. De fato, hoje muitas instituições de ensino no Brasil estão acostumas a fazer uso dessa ferramenta. Existe uma gama de aplicativos que proporcionam essa interação online entre educadores e a turma.

Aprendizagem baseada em jogos: Interação de jogos nas experiências educacionais; os benefícios têm se comprovado em desenvolvimento cognitivo, colaboração, solução de problemas e pensamento crítico. Mais uma vez a previsão estava certa. A gameficação é muito discutido e usada no ensino hoje.

Celulares: Especialmente quando se fala em smartphones, são o ponto de convergência de muitas tecnologias; permitem acesso a um volume muito grande de informações na palma da mão. Hoje, a quantidade de aplicativos educacionais é assustador comparado a cinco anos atrás. As novas gerações de alunos estão ainda mais conectados, então usar isso a favor do aprendizado deles é uma realidade cada vez mais presente.

Tablets: Como os celulares, têm a facilidade da mobilidade e possibilitam aulas dentro e fora da escola. Dispositivos aumentam o leque de recursos pedagógicos. Não é usado com a mesma intensidade dos celulares, mas é algo comum e presente na vida de muitos alunos.

Conteúdo aberto: Conteúdo disponibilizado gratuitamente, via web, dá acesso não apenas à informação, mas ajuda no desenvolvimento de habilidades de pesquisa, avaliação e interpretação. É um dos principais benefícios que a internet trouxe aos estudantes. Hoje, é normal que eles consigam acessar milhares de fontes diferentes sobre o mesmo assunto e ampliar os conteúdos aplicados em sala de aula.

Inteligência coletiva: Conhecimento existente nas sociedades ou em grandes grupos. Como hoje a produção de conhecimento não é mais um monopólio, várias redes são criadas cotidianamente. Um simples exemplo disso são professores e até mesmos vestibulandos que criam canais na internet para compartilhar em vídeos suas dicas e experiência.

Há cinco anos, tudo era apenas uma aposta dos especialistas. Hoje esse tipo de coisa é comum na educação. O uso da tecnologia, quando feito da maneira certa, tem proporcionado grandes avanços no ensino. Agora nos resta usufruir e aguardar os próximos avanços, sempre instruindo os estudantes a fazerem um bom uso de todas as ferramentas que eles têm em mãos.

Fontes:

ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2012-12-08/as-12-tendencias-tecnologicas-da-educacao-brasileira-ate-2017.html

 
 

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